
O projeto de socorro emergencial aos estados e municípios garante um perdão de dívida de pelo menos R$ 13 bilhões ao Rio de Janeiro, de acordo com cálculos da área econômica.
A avaliação preliminar é que o projeto, na prática, incentiva a saída do Rio do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o programa de socorro federal a estados que suspende por três anos o pagamento das dívidas, mas exige medidas de ajuste aos governos que aderem, como redução no gasto com pessoal e venda de estatais..
O Rio é o estado do relator do projeto, deputado Pedro Paulo (DEM), e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM).
O artigo 9º do projeto emergencial retira os encargos moratórios da desistência de ações judiciais.
Esse artigo é o que pode perdoar uma parcela de R$ 13 bilhões da dívida do Rio de Janeiro.
O projeto também traz outros benefícios para o Rio de Janeiro.
Hoje, o Rio teria um espaço de R$ 4 bilhões para contratar novos empréstimos no âmbito do RRF com objetivos definidos.



