
Entre os denunciados estava o ex-ministro das Cidades, e ex-secretário de transporte do estado de S.Paulo, Alexandre Baldy.
Segundo as investigações do MPF, havia intermediação de pagamentos para a organização social Pró-Saúde, em razão dos serviços de gestão do Hospital de Urgência da Região Sudoeste (Hurso), em Goiás, que foi administrado pela entidade entre 2010 e 2017.
Na época, Alexandre Baldy era secretário de Comércio de Goiás
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