O senador Sergio Moro negou nesta 4ª feira ter cometido ilegalidades ao grampear em 2005, quando era juiz federal, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.
Reportagem publicada pelo portal UOL afirma que a Polícia Federal apreendeu um despacho na 13ª Vara Federal de Curitiba em que Moro determina o grampo.
Moro publicou mensagens no X (ex-Twitter) em que destacou que a gravação foi feita por um delator que se dispôs a coletar provas para o caso Banestado.
Afirmou que o ato seguiu as regras determinadas pelo STF na época.
Disse que o material não foi usado nos processos sob sua responsabilidade.
E acusou a jornalista Daniela Lima, autora da reportagem, de “requentar” um conteúdo publicado por ela mesma no site g1 em 2023.
“Estranhamente,esses factoides são ressuscitados no momento em que é revelado que Lulinha está sendo investigado pela PF por suspeita de envolvimento no escândalo do roubo do INSS”, escreveu.
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