Nunca antes na história deste país, não é Lula?
Quase metade da população adulta brasileira está inadimplente.
Em janeiro de 2026, eram 81,2 milhões de pessoas nessa condição — nunca foi tão alto, segundo a Serasa Experian.
Enquanto economias avançadas começam a estabilizar os índices de insolvência após os impactos da pandemia, o Brasil acelera na direção contrária.
E o pior, segundo especialistas, ainda está por vir, especialmente se o conflito no Irã se prolongar.
O Sistema Financeiro Nacional confirma o diagnóstico: em janeiro de 2026, a inadimplência média do país chegou a 4,2%, o maior índice da série histórica do Banco Central (BC), iniciada em março de 2011.
No crédito livre, onde as condições são negociadas diretamente entre bancos e clientes, o índice supera 5%.
Desde o início do terceiro mandato de Lula (PT), são 11,3 milhões de pessoas a mais nessa condição.
O perfil revela quem carrega o peso da crise: dois terços dos inadimplentes têm entre 26 e 60 anos, ou seja, a faixa economicamente ativa da população.
Dados do Banco Central revelam a dimensão estrutural do problema.
O endividamento das famílias brasileiras fechou 2025 em 49,7% da renda — alta de 1,3 ponto percentual no ano.
Em dezembro, o comprometimento de renda com o pagamento de dívidas chegou a 29,2%, o que deixa pouca margem para qualquer imprevisto financeiro.
Mas o problema não se limita às famílias: em novembro, havia 8,9 milhões de CNPJs negativados, segundo a Serasa Experian, também em nível sem precedentes.
O avanço da insolvência é impulsionado pela combinação de Selic a 15%, gastos públicos elevados e uma cultura de endividamento que atingiu seu limite.
Com a taxa projetada em 12,25% ao fim de 2026 e crescimento do PIB estimado em 1,8%, especialistas alertam que os picos de insolvência ainda estão por vir — e o cenário pode se deteriorar ainda mais caso a escalada no Oriente Médio mantenha o petróleo elevado, pressionando inflação e juros no Brasil.
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