A Transparência Internacional disparou um alerta urgente cobrando uma postura firme das autoridades brasileiras para investigar o STF.
O foco da preocupação, é a possível “captura” da corte pelo crime organizado, infiltrado por meio de vultosas movimentações financeiras no aparato estatal.
O posicionamento da organização ocorreu logo após o avanço da CPI do crime organizado no senado, que agora mira o banco Master.
A entidade destaca que o volume extraordinário de dinheiro manejado por grupos criminosos é a faceta mais perigosa dessa infiltração , exigindo investigações totalmente independentes e uma revisão urgente sobre a conduta e a regulação dos magistrados brasileiros.
Quebra de sigilos e o elo com o banco Master
O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, confirmou que protocolará pedidos de quebra de sigilo de empresas e indivíduos ligados a ministros do STF já na próxima semana.
O movimento busca antecipar provas antes mesmo da instalação de uma CPI específica para o banco Master, que ainda aguarda o aval da presidência do congresso.
Entre os pontos centrais que sustentam a cobrança da Transparência Internacional, destacam-se:
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Contratos milionários: A menção a um contrato de R$ 129 milhões envolvendo o escritório de advocacia da esposa de um ministro.
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Transações imobiliárias: Suspeitas sobre a aquisição de participações em resorts de luxo por familiares de magistrados, ligadas a fundos controlados por parceiros do banco investigado.
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Credibilidade em xeque: A entidade afirma que a ausência de explicações convincentes fere gravemente a confiança da população nas instituições democráticas.
O desfecho dessas investigações no senado promete ser um dos marcos políticos de 2026, com impacto direto na percepção de justiça e segurança institucional em todo o Brasil.
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