O governo do PT acaba de lançar o Guia de Comunicação Pública para Igualdade de Gênero.
Uma cartilha que se propõe a reensinar o povo brasileiro a falar, além de pretender influenciar declaradamente a linguagem de jornais, portais, rádios e TVs.
A intenção da cartilha é afirmada sem rodeios: “quem domina a comunicação, em larga medida, define o campo do possível”.
Os autores do documento, assinada oficialmente por Lula e o vice Alckmin, tentam se desculpar dizendo que “adotar uma linguagem não sexista não é uma questão de ‘policiamento de palavras’ ou mera estética gramatical. É uma decisão política de visibilidade”.
“Cada release, cada campanha, cada pronunciamento, cada card nas redes sociais contribui para definir o que é considerado um problema relevante, quem é visto como vítima ou como responsável, quais soluções parecem possíveis”, diz a cartilha ideologizante do PT.
Cartilha doutrinadora vira diretriz oficial
O documento, do Ministério das Mulheres, se dirige a todas as assessorias de comunicação do setor público do Brasil.
Não se trata, portanto, de sugestão educativa, mas diretriz oficial.
E começa com uma afirmação reveladora:
“A comunicação não é neutra e da mesma forma que ela sustenta o status quo, ela pode alterar a ordem das coisas. E o Estado, bem como os governos, tem um papel de liderar essa mudança.”
Ou seja, não se trata do Estado dizendo que quer informar melhor.
Isso é uma confissão de intenção, mais maquiavélico impossível.
A cartilha vai além e afirma que usar o masculino como forma genérica da língua é uma forma de “perpetuação da misoginia”.
E que a gramática histórica da língua portuguesa — herdada do latim — é, segundo o governo, um instrumento de ódio às mulheres.
IRONIA: LULA MISÓGINO
Ironicamente, o ‘patrocinador’ da cartilha é o presidente Lula, que tem um amplo histórico de falas misóginas e discriminadoras das mulheres.
Foi ele que chamou de “mulherzinha” a diretora-geral do FMI por comentários sobre o crescimento da economia brasileira; também disse que nomearia Gleisi Hoffman ministra por que ela era uma mulher bonita e poderia mudar a relação com o Parlamento.
E, ainda, a gafe-mor, ao comentar o suposto aumento da violência contra as mulheres após jogos de futebol: “Se o cara é corintiano, tudo bem!”, disse Lula.
FONTE: 40 graus
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