Com rejeição de quase 90% entre o eleitorado evangélico, conforme dados da AtlasIntel/Bloomberg, Lula pode sofrer um desgaste ainda maior até outubro.
Desde que os dados foram divulgados pelos institutos, no mês passado, influenciadores, cantores gospel, lideranças evangélicas e fiéis passaram a impulsionar uma campanha para ampliar a desaprovação ao petista.
As publicações listam uma série de ações da esquerda contra ideias e princípios do segmento religioso.
Os posts também mencionam um boicote com o objetivo de zerar a base do lulopetismo no pleito deste ano e elevar a rejeição a 100%.
Estimativas mais recentes indicam que os evangélicos já somam mais de 50 milhões no Brasil, representando cerca de 30% da população.
A tendência, segundo avaliações de mercado, é que Lula alcance cerca de ao menos 95% de rejeição entre os fiéis, o que tornaria uma eventual reeleição praticamente inviável.
Jornais, portais e revistas têm publicado reportagens e análises destacando, com base em dados, o peso do eleitorado evangélico na definição do resultado não apenas da disputa presidencial, mas também dos cenários estaduais.
Isso porque há forte convergência na formação de opinião e na decisão de voto dentro do grupo.
fonte: Conexão Política
foto: Ricardo Stuckert
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