A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que a investigação sobre supostas irregularidades na compra de respiradores pelo então governador da Bahia, Rui Costa (PT), retorne à competência do STF.
A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A apuração envolve a aquisição de 300 respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia de Covid-19.
O contrato, firmado em 2020, custou R$ 48 milhões, mas os equipamentos nunca foram entregues.
A PGR afirmou que, além do desvio de recursos, há indícios de crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio que teriam se prolongado durante o período em que Rui Costa ocupou o cargo de ministro da Casa Civil do governo Lula.
Caso passou por diferentes instâncias desde 2020
Os fatos investigados remontam ao período em que Rui Costa governava a Bahia e presidia o Consórcio Nordeste, responsável pela compra dos respiradores.
Instaurado pela Polícia Civil da Bahia em 2020, o inquérito passou por diferentes instâncias ao longo dos últimos seis anos.
Rui Costa deixou o Ministério da Casa Civil em março deste ano para disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026.


