
Engabelado pelas pesquisas eleitorais, precificando a vitória de Lula já no primeiro turno, o mercado reagiu com otimismo, quase euforia à demonstração de força do presidente Jair Bolsonaro, fechando em alta de 5,5%, o que não acontecia desde abril de 2020, e fazendo o dólar desabar 4,1%.
Estatal imexível
As ações da Petrobras, saqueada na era petista, dispararam 8%, sinalizando a repulsa do mercado às ameaças de interferência de Lula.
Sem surpresas
Com o resultado de Bolsonaro, ganha força a agenda liberal pró-privatizações com foco na responsabilidade fiscal. O “mercado” adorou.
Ojeriza máxima
Mesmo sem um plano de governo, Lula já declarou que vai acabar com o teto de gastos e aumentar o descontrole fiscal. O “mercado” detestou.
fonte: Diário do Poder



