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A reação indignada Flávio e Moro sobre a escandalosa do TSE sobre Deltan Dallagnol
Candidato a presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu voto para Deltan Dallagnol (Novo) na noite deste sábado, 3, e disse que a candidatura do ex-procurador da Lava Jato ao Senado pelo Paraná está mantida mesmo após ter sido indeferida pelo ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques.
“Quem vota Flávio Bolsonaro presidente, vota em Filipe Barros e em Deltan Dallagnol, que é candidato”, disse Flávio durante uma transmissão nas redes sociais.
Sergio Moro, candidato ao governo do Paraná, o próprio Deltan e outros aliados adotaram a mesma linha.
Como o indeferimento ocorreu na véspera da eleição, o candidato do Novo estará nas urnas, mas seus votos serão considerados nulos.
A expectativa de Deltan é que a decisão seja revertida posteriormente e os votos sejam declarados válidos.
“Essa decisão é absurda demais. O que eles querem é eleger a Gleisi [Hoffmann, candidata do PT ao Senado], mas nós não vamos deixar. O meu nome e meu número estão na urna. Nossa equipe jurídica está trabalhando e confia na reversão dessa decisão”, declarou o ex-procurador.
Moro, por sua vez, chamou a decisão de “arbitrária e ilegal” e disse que votará no aliado para o Senado.
“Diga não a essa arbitrariedade. Eu vou votar amanhã em Filipe Barros e Deltan Dallagnol. Brasília não tem o direito de escolher quem pode ser candidato aqui no Paraná”, afirmou o candidato do PL.
Segundo pesquisa Quaest divulgada neste sábado, 3 Dallagnol está entre os primeiros colocados na disputa pelas duas vagas para o Senado no Paraná.
Barros tem 25% dos votos válidos, Alexandre Curi (Republicanos), 21% e Deltan Dallagnol, 21%. Gleise Hoffmann (PT) aparece em quarto, com 15%.
A decisão judicial foi tomada a partir da análise de recursos das principais coligações que concorrem ao Senado do Paraná – entre elas, Brasil da Esperança, da candidata petista.
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