
O impacto do Imposto do Pecado de Lula. Entenda
O governo Lula quer mandar ao Congresso, ainda esta semana, a proposat que cria o chamado Imposto do Pecado e define as alíquotas da cobrança.
Na visão da equipe econômica do governo, se esses produtos ficam mais caros, a tendência é que as pessoas consumam cada vez menos.
Estamos falando de cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alguns veículos poluentes, extração de minérios e atividades como loterias e apostas.
O modelo é inspirado no sin tax americano.
Por lá, as regras variam de estado para estado e os alvos clássicos são álcool, tabaco, doces e combustível.
Críticos da cobrança acreditam que a medida só tende a fortalecer o contrabando e o mercado ilegal desses mesmos produtos.
O governo argumenta que esses vícios saem caro para o sistema de saúde.
Só o tabagismo, por exemplo, custa R$ 153,5 bilhões por ano em tratamentos e perdas econômicas.
No caso do álcool, a Fiocruz estimou um custo de R$ 18,8 bilhões em 2019.
Mas o verdadeiro motivo do governo Lula é que com a cobrança do imposto do pecado, a equipe econômica pretende arrecadar R$ 41,9 bilhões com o tributo já no ano que vem.
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