Sexta, 28 de agosto de 2026 · Campo Grande, MS
Economia

Nunca tantas empresas pediram socorro no Brasil como agora

Nunca antes da história deste país, não é Lula? Empresas pedem socorro

Como se fosse uma epidemia, as manchetes que falam sobre empresas brasileiras pedindo recuperação judicial ou extrajudicial não param de surgir.

🆘 Não faltam exemplos: Pão de Açúcar, Tok&Stock, Oncoclínicas, Raízem, Braskem, Casas Bahia, Marabraz e Habib’s são só alguns dos nomes conhecidos pelos brasileiros que ficaram no vermelho.
  • E essas empresas estão longe de estar sozinhas, já que, ao todo, 6.341 companhias estão em recuperação judicial no nosso país — o maior número da história.
💰 Afundando em dívidas… Consequentemente, nunca tantas empresas deveram tanto ao mesmo tempo por aqui, com mais de R$ 180 bilhões em dívidas somadas.
(Poder360)
Para um negócio chegar ao nível de pedir RJ, as dívidas se acumularam a um ponto tão alto que, para evitar a falência, ele entra na Justiça buscando um prazo maior para reorganizar as contas.
💭 Ou seja… Quando marcas tão conhecidas fazem isso ao mesmo tempo, é sinal de que o problema não é só de gestão ruim — é da economia como um todo.

Mas por que isso está acontecendo? 🧐

Os juros altos por tempo prolongado e um crédito cada vez mais seletivo e caro criaram a “tempestade perfeita” para empresas que já vinham cambaleando desde a pandemia.
  • 🤿 Aprofundando: Com a Selic em 14% ao ano, o Brasil tem, atualmente, o segundo maior juro real do mundo — quando a inflação é descontada da taxa de juros.
E lembre que, quando os juros sobem, pegar dinheiro emprestado fica mais caro — e as dívidas que as empresas já têm também podem ficar mais pesadas.
🫰 Já do outro lado do balcão… Com o país batendo recorde de endividamento inadimplência, milhões de brasileiros têm menos espaço no orçamento.
No fim, enquanto as empresas arcam com as dívidas que fizeram para crescer, o consumidor não tem mais espaço no bolso — e o resultado é que nenhum caixa aguenta pagar todas as contas por longos períodos assim.

fonte: O Expresso.

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