
A reação e o isolamento do governo Lula por parte dos Estados Unidos
Lula, Alexandre de Moraes e a Polícia Federal estão constrangidos pela “Operação Maduro” para tirar Flávio Bolsonaro do Brasil.
Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, confirmou que organizou o jato particular usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família na viagem da Argentina para o exílio nos Estados Unidos.
A informação sobre o envolvimento da Casa Branca havia sido publicada inicialmente pelo The New York Times.
Miller afirmou ter participado do plano para levar o candidato derrotado por Lula na eleição presidencial brasileira ao território americano.
Donald Trump autorizou a entrada temporária de Flávio e de seus familiares por meio do mecanismo de “parole”, usado em casos de razões humanitárias urgentes ou de benefício público significativo.
Segundo o NYT, o senador “provavelmente terá uma residência permanente assegurada posteriormente”.
Na quarta-feira, Trump declarou publicamente que Flávio havia recebido permissão para entrar no país.
O jato utilizado é um Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, operado pela empresa argentina Baires Fly.
Uma autoridade americana ouvida pelo New York Times afirmou que Flávio deve solicitar o green card (residência permanente) e que o processo pode ser acelerado, como ocorreu com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
“Operação Maduro”
Segundo autoridades migratórias argentinas citadas pelo NYT, Flávio, a esposa e as duas filhas entraram na Argentina às 22h50 de terça-feira pela Ponte da Fraternidade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú.
Cerca de 40 minutos depois, embarcaram no jato da Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador, de onde seguiram para Miami, chegando na manhã de quarta-feira.
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