Pesquisa sobre a administração de Campo Grande
A mais recente pesquisa do Instituto Ranking Brasil Inteligência traz números que acendem o sinal vermelho máximo para o a Prefeitura de Campo Grande.
O levantamento, que ouviu 1.000 eleitores entre os dias 17 e 21 de julho deste ano, revela um cenário de descontentamento generalizado com a gestão da prefeita Adriane Lopes (PP).
A pesquisa levantou dados nas sete regiões urbanas da capital, além dos distritos de Anhanduí, Rochedinho e a zona rural, contando com um intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,10 pontos percentuais.
Dados da gestão
Os dados de avaliação da prefeita são drásticos e mostram o tamanho do desafio que a chefe do Executivo municipal tem pela frente.
- Aprovação em baixa: Apenas 3% dos entrevistados aprovam a administração de Adriane Lopes, contra impressionantes 94% de desaprovação. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder.
- O veredito da população: Quando questionados sobre a qualidade da gestão, 85% dos campo-grandenses a classificam como ruim ou péssima. Apenas 10% consideram o governo regular, enquanto míseros 2% o definem como bom ou ótimo. Os que não sabem ou não responderam somam 3%.
Os principais problemas
O Instituto Ranking Brasil Inteligência também colocou o dedo na ferida ao questionar a população sobre os gargalos crônicos do município. A saúde pública lidera a insatisfação popular isolada, mas a própria permanência da prefeita e denúncias de corrupção ganharam destaque alarmante.
Os mais urgêntes:
- Saúde e exames: A falta de melhoria na saúde e a demora nos exames médicos foram apontadas por 35% dos eleitores.
- Falta de médicos e remédios: Citada por 30% dos entrevistados.
- Corrupção e Regulação: A corrupção sistêmica e os problemas na Central de Regulação de Vagas médica sufocam 25,4% da população.
Infraestrutura, Gestão e Política:
A lista de reclamações segue extensa e expõe o desgaste da máquina pública:
- Buracos nas ruas: 23%
- Falta de gestão municipal: 21%
- A permanência da atual prefeita no cargo: 20,6%
- Desvios e roubos de dinheiro: 15,8%
- Favelas e falta de moradias populares: 13,4%
- Precariedade do transporte coletivo urbano: 10,2%
- Altos impostos (IPTU, ICMS, etc.): 9,6%
Metodologia Científica
A pesquisa adotou uma metodologia quantitativa rigorosa, baseada na aplicação de questionários estruturados.
As entrevistas foram realizadas por meio de abordagem pessoal em pontos de grande fluxo populacional e também por meio de visitas domiciliares, garantindo a precisão estatística do retrato político atual de Campo Grande.
Pesquisa registrada sob os números MS-05958/2026 e BR-00455/2026
fonte: Brasil Ranking Inteligência
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