
CNBB confirma que se trata da maior fake news da história
O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) divulgou nota nesta segunda-feira, 28, em que acusa o presidente Lula (PT) promover uma guerra religiosa ao usar uma fake news contra um rival na eleição.
O texto trata do boato de que Flávio Bolsonaro (PL) pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
O documento, assinado por 14 pastores, saiu um dia depois de o petista comentar o caso em entrevista à TV Bandeirantes, sem mencionar o candidato pelo nome.
O posicionamento dos pastores
O Cimeb afirma reunir mais de 10 mil pastores de diversas denominações.
Assinam a nota Silas Malafaia, Robson Rodovalho, Estevam Hernandes, Jebes de Alencar e Luiz Hermínio, entre outros.
Segundo a entidade, o episódio promove “uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos”.
A nota conclui:
“Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião”.
Nesta segunda, Flávio levantou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida durante ato em São Paulo, ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Flávio disse que a nota da CNBB confirma tratar-se da “maior fake news dessa campanha”.
Segundo ele, o conteúdo foi impulsionado pelo PT e compartilhado pela primeira-dama, Janja, pela ex-ministra Simone Tebet e por outros integrantes da esquerda.
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