O 1º ano do 3º mandato do (des) governo Lula terminará com um deficit próximo de R$ 145 bilhões, ou 1,4% do PIB.
Poderia ser maior, mas o montante desconsidera o pagamento de precatórios que será custeado com crédito extra de mais de R$ 90 bilhões.
Mesmo com a retirada dessa cifra do cálculo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não cumpriu a promessa de entregar um rombo fiscal próximo de 1% do PIB, algo perto de R$ 100 bilhões.
A média das projeções mais recente do mercado financeiro, divulgada pelo Boletim Focus, indica que o deficit primário das contas do governo será de 1,4% do PIB.
O Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda –que reúne mediana das projeções de analistas do mercado financeiro– disse que o deficit fiscal será de R$ 147 bilhões.
Culpa do Bosonaro (só prá variar)
O ministro Haddad defende que a gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL), entregou as contas desarrumadas.
Disse que teve que pagar Estados e municípios pela perda de arrecadação com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O valor foi de R$ 16,3 bilhões.
Veja mais notícias em: www.mspontocom.com.br
Nosso twitter: @mspontocom



