O senador Sérgio Moro defendeu a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, em entrevista ao SBT News, mas afirmou que “ainda é cedo” para considerar o caso Master uma nova Lava Jato, da qual foi juiz.
Moro integra a CPMI do INSS, que iria ouvir depoimento de Vorcaro nesta semana, até ele desistir de ir.
“Eu acho que o Vorcaro tinha que estar preso. Um indivíduo que é responsável por um rombo de R$ 42 bilhões, isso só falando dos créditos que podem ser recuperados pelo fundo garantidor. Um indivíduo desse tinha que estar preso e jogar a chave fora”, afirmou.
Diante das conexões políticas de Vorcaro, o caso Master tem sido comparado com a operação Lava Jato, que em 2014 investigou políticos, banqueiros e empresários sobre desvios na Petrobras.
Apesar de ter recuperado dinheiro para os cofres públicos, a investigação teve partes anuladas pelo o STF para descondenar Lula.
Moro atribui o revés da Lava Jato à manobras políticas.
“Na Lava Jato, tivemos tempestade perfeita em que tinha a polícia, Ministério Público, e também o Judiciário querendo ir a fundo na apuração dos fatos.Infelizmente, depois tivemos reviravolta política e através de manobras processuais anularam parte dessas condenações. disse.
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