O “Supremo” Tribunal Federal perdeu há muito o respeito da população brasileira.
Desde 2020 quando descondenou o corrupto Lula por um erro no CEP.
Talvez isso explique a crise nos Correios.
Depois nas eleições presidencias de 2022, interferiu diretamente no resultado blindando Lula e perseguindo Bolsonaro e os adeptos da Direita.
Sucessivamente vem livrando supostos corruptos e ou criminosos de depoimentos nas mais variadas CPIs.
Curiosamente sempre ligados a Lula ou à Esquerda.
Agora vem a cereja do bolo:
O decano do STF, ministro Gilmar Mendes, suspendeu a quebra de sigilo da empresa Maridt, ligada à família do ministro Dias Toffoli, determinada pela CPI do Crime Organizado no Senado.
A decisão foi proferida de ofício — sem provocação formal da defesa — e declarou a nulidade do requerimento aprovado pela comissão.
Gilmar também determinou que, caso dados já tenham sido compartilhados com a CPI, o material seja imediatamente destruído ou inutilizado, sob responsabilização penal.
Na decisão, o ministro afirma que, em um Estado Democrático de Direito, sempre a mesma ladainha, o sigilo é regra e sua quebra é exceção.
Para ele, houve desvio de finalidade, pois a medida não teria relação comprovada com o escopo da CPI, criada para apurar a atuação de organizações criminosas.
A Maridt é empresa da qual Toffoli e seus irmãos são sócios.
A quebra de sigilo havia sido aprovada no contexto de apuração de transações envolvendo empreendimento imobiliário que teria recebido recursos de fundo ligado ao Banco Master.
A decisão ocorre um dia após o ministro André Mendonça desobrigar os irmãos de Toffoli de comparecer à CPI, com base na jurisprudência do STF sobre direito à não autoincriminação.
O Supremo virou um circo.
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