Governo Trump lança site contra a censura mundial

O governo de Donald Trump prepara o lançamento do Freedom.gov, um site desenvolvido pelo Departamento de Estado dos EUA.

O objetivo é permitir que cidadãos de todo o mundo acessem conteúdos bloqueados por governos locais e naveguem de forma anônima para garantir a liberdade de expressão.

O que é o projeto Freedom.gov ?

O Freedom.gov é um portal que funcionará como uma porta alternativa para a internet.

Ele foi criado para que pessoas que vivem em países com restrições digitais possam acessar sites e redes sociais que foram proibidos ou removidos por ordens judiciais e leis locais.

A ideia é oferecer fora dos Estados Unidos o mesmo nível de liberdade de acesso que os americanos possuem, combatendo o avanço do controle estatal sobre o que se pode ler ou publicar online.

Como o site funcionará tecnicamente ?

O site deverá integrar uma tecnologia similar a uma VPN (Rede Privada Virtual).

Isso significa que, quando alguém acessa o portal, o tráfego de dados é mascarado para parecer que a conexão está vindo de dentro dos Estados Unidos, mesmo que o usuário esteja em outro país.

Além disso, autoridades americanas afirmam que o portal não registrará o endereço de IP do usuário, o histórico de navegação ou qualquer dado que possa identificar quem está acessando o conteúdo.

Por que o Brasil é citado ?

Embora o foco inicial inclua países como China e Irã, o cenário jurídico brasileiro despertou atenção.

Decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenderam plataformas e bloquearam perfis geraram expectativa de que o Freedom.gov sirva para disponibilizar conteúdos que hoje estão censurados no Brasil.

Inclusive, o CEO do Rumble, Chris Pavlovski, sugeriu em suas redes sociais que a nova ferramenta poderá ser uma solução para os usuários brasileiros.

Quem está liderando essa iniciativa nos Estados Unidos?

A iniciativa é capitaneada por Sarah Rogers, subsecretária do Departamento de Estado para Diplomacia Pública.

Ela defende que a liberdade digital é uma prioridade estratégica e um direito humano fundamental.

Rogers tem reforçado em entrevistas e podcasts que o governo americano apoiará ferramentas que garantam o acesso à informação sem a interferência ou censura imposta por governos estrangeiros sobre seus próprios cidadãos.

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