A recente onda de notícias envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tornou-se o novo combustível para a luta de Sérgio Moro (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).
Os expoentes da Operação Lava Jato propõem uma tese que começou a circular em setores da mídia corporativa — especificamente em comentários de Gerson Camarotti, da GloboNews — de que Vorcaro teria prosperado graças ao “vácuo” institucional deixado pelo desmonte da força-tarefa de Curitiba.
A tese estabelece uma relação de causa e efeito direta entre o encerramento dos métodos da Lava Jato e a expansão de negócios financeiros sob investigação.
Para Moro e Dallagnol, o caso Vorcaro seria a prova viva de que, sem o “freio” que eles representavam, o sistema financeiro voltou a ser um terreno fértil para movimentações atípicas.
A tese sustenta que a saída de cena da Lava Jato teria gerado um ambiente de “liberou geral”, permitindo que figuras como Vorcaro construíssem impérios em tempo recorde.



