Existe um teste simples para saber se um programa social está funcionando: quando a economia melhora, a fila diminui.
Se a economia melhora e a fila aumenta, algo está profundamente errado.
O Bolsa Família acaba de reprovar nesse teste.
Em abril de 2026, o número de pagamentos mensais voltou a se aproximar dos 19 milhões de famílias.
A alta é de 269 mil beneficiários desde o fim de 2025 — um crescimento de 1,4% em poucos meses.
Cada família recebe, em média, R$ 678,22 por mês.
O custo mensal do programa se estabilizou em R$ 12,8 bilhões.
O gasto anual previsto para 2026: R$ 158 bilhões.
Agora, o detalhe que ninguém no governo quer comentar: 2025 registrou queda do desemprego para a mínima histórica.
A economia se recuperou. As vagas aumentaram.
E o Bolsa Família? Cresceu.
Não é coincidência. É 2026. Ano eleitoral.
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