Em 2023, as maiores marcas de luxo do mundo mostram que ainda há espaço para crescer.
Os dados confirmam como o mercado de luxo vive um momento de expansão, o que torna as marcas atrativas para os investidores.
Com exceção da Chanel, que até o momento segue como uma empresa de capital fechado, as demais possuem ações listadas em bolsas de valores do exterior.
Como ser um investidor
O primeiro passo para começar a investir é informar-se sobre os produtos do mercado, como orienta a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Assim é possível não só saber como são realizadas as operações, mas também entender quais são os riscos envolvidos.
Os sites de órgãos oficiais, como a Bolsa de Valores (B3), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a própria Anbima, disponibilizam informações sobre o mercado financeiro.
Para a tomada de decisões mais assertivas, o investidor também pode tirar dúvidas com profissionais da área, como o agente autônomo, o consultor ou o especialista em finanças.
No caso das marcas de luxo internacionais, também é necessário compreender as regras das bolsas de valores onde as ações estão listadas.
A Porsche fez a oferta pública inicial (IPO) em setembro de 2022 na Bolsa de Valores de Frankfurt, na Alemanha. Já Louis Vuitton, Gucci e Dior possuem ações listadas na Euronext.
Ao adquirir ações de uma companhia, o investidor torna-se sócio e passa a ter direito à parte dos lucros. Por isso, a Anbima alerta para a importância de conhecer os dados sobre a empresa, como o histórico de desempenho e as projeções.
Realizar um investimento no exterior confere a vantagem de proteger o patrimônio financeiro das oscilações do mercado interno.
No caso das marcas de luxo, há outros atrativos, como o reconhecimento global e a rentabilidade elevada.
Por outro lado, há desafios como a necessidade de conhecer a regulamentação dos países e os próprios riscos inerentes às ações, que são produtos de renda variável e, por isso, apresentam alta volatilidade.
Marcas de luxo brasileiras
O mercado nacional também possui muitas marcas de luxo.
Algumas delas estão listadas na B3, como a Vivara, a Veste S.A Estilo, dona das marcas Le Lis, Dudalina, John John, Bobô e Individual, e o Grupo Soma, que detém marcas como Animale, Farm, Fábula, Cris Barros, Maria Filó, entre outras.
Neste caso, a operação é mais simples. Depois de buscar informações do mercado, o investidor deve abrir uma conta em uma plataforma de investimentos que dê acesso ao home broker da Bolsa de Valores, por meio do qual são feitas as ordens de compra e venda de ações.
foto: Freepik
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