O retorno de militares a cargos governamentais atraídos pela política partidária se tornou a principal inquietação dentro dos quartéis brasileiros.
Se o presidente Lula consultasse os comandantes das Forças Armadas do governo petista sobre qual seria hoje a maior ameaça ao país, a resposta seria objetiva: a demora do Congresso Nacional em votar a PEC que veta a participação de militares da ativa em disputas eleitorais e em nomeações para cargos civis.
A proposta é considerada essencial pela caserna para evitar que se repita o modelo adotado durante o governo de Jair Bolsonaro, quando militares foram amplamente distribuídos em posições-chave da administração federal.
A preocupação ganhou contornos mais concretos diante da chance real de Lula ser derrotado por Flavio Bolsonaro na eleição presidencial de outubro.
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