O discurso hipócrita de Lula sobre soberania nacional

Depois que o governo dos Estados Unidos resolveu classificar organizações criminosas como terroristas, o presidente Lula da Silva quer reforçar o discurso de soberania e critica os Bolsonaros.
Mas a verdade é que o Brasil deixou de ser um país soberano depois de 20 anos de governo do Lulopetismo

O mspontocom considera hipócrita o discurso de Luiz Inácio.
Cerca de 28 a 50 milhões de pessoas vivem em áreas sob domínio do crime organizado no Brasil, fenômeno onde facções e milícias substituem a presença do Estado.
O território nacional possui ao menos 88 grupos catalogados, sendo as áreas divididas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e milícias
Especialistas divergem se o Brasil se enquadra na definição de um narcoestado, embora reconheçam um risco crescente.
O debate central gira em torno da sofisticação de facções como o PCC e o Comando Vermelho, que movimentam bilhões, dominam territórios e expandem suas operações para a economia formal e a política. 
As principais dinâmicas que alimentam o debate sobre a infiltração do crime organizado incluem:
 O poder econômico e a lavagem de dinheiro
Grupos como o PCC operam como corporações multinacionais, lucrando bilhões de reais anualmente. Suas finanças estão ramificadas em setores da economia formal, tais como:
  • Transporte público;
  • Setor de combustíveis;
  • Clubes de futebol e apostas online. [1]
2. Controle territorial e “governança criminal”
Em várias regiões, particularmente em áreas periféricas e no sistema prisional, facções impõem regras, controlam o fornecimento de serviços básicos (como internet e gás) e influenciam diretamente a vida da população, desafiando a soberania do Estado. 
3. Disputas políticas e institucionais
Embora o Brasil não possua um governo estruturalmente comandado pelo narcotráfico, há alertas crescentes sobre tentativas de infiltração política em nível municipal e estadual.
O cenário de violência e a atuação das facções seguem como pauta central no debate público, com discussões no Congresso sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e novas leis de assecuração e confisco de bens para asfixiar o poder financeiro do crime.

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