
O governo de Jair Bolsonaro (PL) discute a criação de uma “política de guerra” para a Petrobras diante do conflito na Europa.
A ideia é suspender temporariamente os reajustes dos combustíveis, enquanto a guerra afeta a cotação internacional do petróleo.
O barril do tipo Brent subiu mais de 25% desde a invasão da Rússia à Ucrânia.
O aumento pode chegar ao bolso dos brasileiros já que a Petrobras segue uma política de paridade internacional de preços.
O presidente Bolsonaro no entanto, que “não é admissível” repassar tudo isso para os preços dos combustíveis.
Bolsonaro convocou os ministros Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Paulo Guedes (Economia) para buscar uma “alternativa” para o problema.
A ideia em discussão na equipe econômica, no entanto, não é fazer uma mudança radical, mas uma “política de guerra” que consistiria em segurar os preços dos combustíveis só enquanto durar a guerra na Europa.
A proposta é vista como uma forma de a Petrobras e os seus acionistas darem uma contribuição neste momento de conflito.
A estatal teve lucro recorde em 2021.



