Integrantes do Palácio do Planalto começaram a admitir em conversas reservadas neste final de semana que subestimaram o potencial eleitoral do senador Flávio Bolsonaro.
Pesquisa DataFolha divulgada neste sábado, 7, aponta um empate técnico entre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e o presidente Lula.
Apesar disso, oPalácio do Planalto avalia que ainda é possível reverter esses números, principalmente porque Lula ainda não entrou no “modo campanha”.
Na avaliação do Planalto, a revelação das transações bancárias envolvendo Luís Fábio Lula da Silva, o Lulinha; o aumento do imposto de importação para aproximadamente 1,2 mil itens – portaria que, depois, foi revogada – e o desfile da Acadêmicos de Niterói que homenageou Lula colaboraram para que o presidente tivesse queda em sua popularidade.
Diante desse cenário, a tropa de choque governista começou a agir.
Deputados como Rogério Corrêa (PT-MG), Lindbergh Farias (PT-RJ) entraram em campo e minimizaram os dados apresentados pela Folha de S. Paulo.
“Eles já estão em campanha. Nós vamos começar agora. Vamos falar sobre a vida do povo brasileiro: menor desemprego da série histórica, aumento real do salário mínimo, maior renda média da história, inflação sob controle. A extrema-direita já começou a mostrar seu verdadeiro plano de destruir a política de valorização do salário mínimo, retirar direitos trabalhistas, atacar aposentados e colocar novamente a economia a serviço dos bancos e dos super-ricos”, disse o Lindbergh.
Segundo o levantamento, o petista tem 46% das intenções de voto; o filho de Jair Bolsonaro, 43%.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Brancos e nulos são 10%, e indecisos, 1%.
fonte: Wilson Lima, O Antagonista
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