
Em pouco mais de três anos do governo Lula , dobrou a legião de miseráveis nas ruas.
Se as pessoas em situação de rua no Brasil formassem uma cidade, ela já seria maior do que as capitais Vitória (ES), Palmas (TO) ou Rio Branco (AC).
Em junho de 2026, o Cadastro Único registrava 392,4 mil pessoas nessa condição.
Em dezembro de 2022, eram 198,7 mil.
Em pouco mais de três anos e meio do governo Lula (PT), quase dobrou a legião de miseráveis nas ruas.
Subiu em flecha
Desde janeiro de 2023, o ritmo médio de moradores de rua subiu para 4,6 mil por mês. Entre 2019 e 2022, a média foi de 2 mil ao mês.
Lorota oficial
O governo atribui a alta à “melhoria do cadastramento”, mas se fosse só subnotificação, a curva se estabilizaria depois da correção. Mas cresceu.
Conta de diminuir
Censos municipais acham menos gente nas ruas do que o CadÚnico. No Rio, a prefeitura contou 8.195 em 2024; o cadastro federal, 23 mil.
Só vê quem quer
Em São Paulo, o censo de 2021 falava em 31,9 mil famílias em situação de rua, mas, no CadÚnico, passou dos 104 mil.
fonte: Coluna Claudio Humberto, Diário do Poder
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