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O que está por trás disso: Tudo começou em janeiro de 2025, quando um foguete Falcon 9 lançou duas missões rumo à Lua. |
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| Depois de cumprir sua função, o estágio superior do foguete — uma peça de quase 4 toneladas — ficou sem combustível e, à deriva, acabou preso em uma órbita instável entre a Terra e a Lua. | ||
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| O impacto deve abrir uma nova cratera de cerca de 27 metros de largura — do tamanho de uma quadra de basquete — e lançar uma nuvem de poeira e pedras lunares. | ||
Por que isso importa: Descartados os riscos de impactos na Terra, os cientistas vão encarar o evento como um “teste real” para aperfeiçoar os métodos de detecção de impactos na Lua à distância. |
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Zoom out: A notícia reaqueceu um debate sobre os perigos do lixo espacial, já que são mais de 36 mil grandes pedaços de entulho cósmico na órbita da Terra e cerca de 130 milhões de fragmentos menores.
fonte: O Expresso Continue na companhia do mspontocom em: https://mspontocom.com.br/ ou https://www.facebook.com/rafael.rodrigues.14038/ |


O que está por trás disso: Tudo começou em janeiro de 2025, quando um foguete Falcon 9 lançou duas missões rumo à Lua.
Sim, virou “lixo espacial”: Sem controle, essa peça foi sendo puxada pela gravidade até entrar em rota de colisão com a superfície lunar a 8.700 km/h.
Por que isso importa: Descartados os riscos de impactos na Terra, os cientistas vão encarar o evento como um “teste real” para aperfeiçoar os métodos de detecção de impactos na Lua à distância.
Zoom out: A notícia reaqueceu um debate sobre os perigos do lixo espacial, já que são mais de 36 mil grandes pedaços de entulho cósmico na órbita da Terra e cerca de 130 milhões de fragmentos menores.