O STF, partido político de esquerda, livrou a dupla Lula-Lulinha
Fábio Luís Lula da Silva, de alcunha Lulinha, voltou ao centro do noticiário político e policial em 2026 por causa das investigações relacionadas a suspeitas de fraudes envolvendo o INSS.
O episódio, porém, não é o primeiro em que o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece no radar de investigações.
Antes disso, ele esteve relacionado a episódios que atravessaram a CPI dos Correios, em 2005 e 2006, e posteriormente foi investigado pela Operação Lava-Jato.
Apesar das diferentes apurações ao longo dos anos, Lulinha nunca chegou à condição de réu em uma ação penal relacionada a esses casos, segundo levantamento publicado pela Folha de S.Paulo.
A publicação relembra que o empresário entrou no debate político nacional em 2005, quando a empresa Gamecorp, da qual era sócio, recebeu investimento de R$ 5 milhões da Telemar, atual Oi.
Lula presidente, Lulinha milionário
O negócio chamou a atenção porque a Telemar era uma companhia com participação estatal e porque Lula ocupava a Presidência da República.
Anos depois, o nome de Fábio Luís voltou a aparecer em uma investigação da Lava-Jato.
Ele foi alvo da 69ª fase da operação, conhecida como Mapa da Mina, deflagrada em 2020.
A apuração investigava supostos pagamentos feitos por empresas de telefonia e contratos envolvendo a Gamecorp.
Justiça branda com corruptos da esquerda
A investigação não resultou em ação penal contra Lulinha.
Segundo a Folha, o caso relacionado à Lava-Jato acabou arquivado em 2022, após decisões judiciais que afetaram a validade de atos praticados pela força-tarefa.
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