Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria calculou que o crime custa pelo menos R$ 107 bilhões por ano para a indústria brasileira. |
A relevância: Pense que todo esse dinheiro poderia ser usado para financiar investimentos, contratar funcionários, abrir fábricas e aumentar a produção. |
| Desse total, R$ 39,1 bilhões correspondem a perdas diretas causadas por atos criminosos. Já os outros R$ 68,5 bilhões são gastos com segurança e prevenção. |
- Ou seja, as empresas brasileiras estão gastando mais para se proteger do crime do que perdem com ele.
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O “paradoxo da prevenção”: Os gastos com vigilância patrimonial, monitoramento, segurança cibernética e proteção pessoal equivalem a 1,1% da receita líquida das indústrias — superando as perdas diretas.
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| O estudo também mostra que mais de um terço das empresas industriais no Brasil foi afetado por atividades ilícitas nos últimos anos.
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| Com cargas consideradas “fáceis de revender”, as indústrias de alimentos e bebidas lideram as perdas, enquanto os eletrônicos vêm logo atrás. |
Como se fosse um “imposto do crime”: O problema pesa principalmente sobre as pequenas e médias empresas, que têm menos recursos para absorver prejuízos ou investir em proteção.
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| O estudo conclui que, no longo prazo, sem resolver as questões de segurança pública, o Brasil continuará com uma âncora amarrada ao pé da economia.
fonte: O Expresso |
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