Empresa chilena fará investimento bilionário no ‘Vale da Celulose’ em MS

A quinta grande fábrica do setor florestal em Mato Grosso do Sul deve se instalar no ‘Vale da Celulose’ a partir de 2025.

Diante do panorama, o governador Eduardo Riedel iniciou nesta quarta-feira (26) visita às instalações da Arauco, no Chile – a empresa vai investir US$ 3 bilhões, cerca de R$ 14 bilhões na cotação atual, para ativar a planta sul-mato-grossense.

Prevista para ser erguida no município de Inocência,  a indústria deve gerar 12 mil empregos durante o pico das obras, com previsão para entrar em operação no primeiro trimestre de 2028.

Posteriormente, 1,8 mil postos de trabalho devem ser voltados para atuação na área florestal, enquanto outros 550 serão na operação da planta.

 Essa é a primeira planta de celulose da empresa no Brasil, já havendo cinco delas no Chile.

Outro dado referente ao novo empreendimento é a sua capacidade de produção anual: 2,5 milhões de toneladas de celulose branqueada.

Haverá ali baixo consumo de água, baixas emissões, baixo ruído e mínima geração de resíduos.

Arauco em MS

Em Mato Grosso do Sul, a Arauco já possui a Mahal, empresa florestal que tem mais de 60 mil hectares de florestas cultivadas em seis cidades na costa leste sul-mato-grossense: Inocência, Água Clara, Três Lagoas, Aparecida do Taboado, Selvíria e Chapadão do Sul.

A nova fábrica de celulose, que começa a ser erguida em 2025, terá proposta de alta eficiência energética, criando um excedente de energia elétrica de 200 mW oriundo de biocombustível em forno de cal, a biomassa gaseificada.

Vale da Celulose

Mato Grosso do Sul já é um dos principais polos de produção de celulose do mundo e vai se fortalecer ainda mais no setor agroflorestal com a chegada de novos investimentos.

Atualmente, três indústrias da área estão ativas em Três Lagoas e um quarto empreendimento, com valores que giram entre R$ 15 bi e R$ 20 bi, está se instalando em Ribas do Rio Pardo.

Fora esses investimentos, a região conhecida como o Bolsão sul-mato-grossense também receberá aporte de R$ 8,5 bilhões da espanhola Solatio, que vai construir 3,5 mil hectares com painéis solares capazes de gerar 2,5 gigawatts de energia elétrica – mais uma iniciativa que vai de encontro com a economia sustentável pregada pela gestão de Eduardo Riedel, pautada nos pilares de geração de renda e empregos, produção de energia limpa e crédito positivo de carbono.

fonte: Nyelder Rodrigues,  Comunicação 

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